Delator diz que JBS pagou R$ 2 milhões em propina para campanha de Antônio Gomide ao governo de GO

Delator diz que JBS pagou R$ 2 milhões em propina para campanha de Antônio Gomide ao governo de GO

Segundo diretor da J&F, empresa que controla o frigorífico JBS, montantes foram ‘doações dissimuladas de oficial’. Político nega que tenha recebido quantia ilegal.

O diretor do de Relações Institucionais e também diretor da holding  J&F, empresa que controla o Grupo JBS, Ricardo Saud, diz em delação durante a Operação Lava Jato que Antônio Gomide, vereador pelo PT e também ex- – prefeito de Anápolis, recebeu propina de R$ 2 milhões durante sua campanha ao governo de Goiás em 2014. Segundo o denunciante, o numerário fazia parte de um montante de R$ 150 milhões repassados à executiva  do partido e também a outros candidatos. O político negou que tenha recebido nenhum dinheiro de origem ilícita.
Segundo Saud, o numerário era ofertado aos políticos. “Destinaram lá esses R$ 150 milhões [..].. Tudo isso eu quero falar que foi doações dissimuladas de solene, não possui zero de solene, isso tudo é quantia de propina. Foram feitas notas fiscais e também pagamento em quantia vivente \”, diz.

Uma parte do quantia, segundo o denunciante, ia para o PT e também o restante, distribuído entre pequeno número de candidatos do partido no país. “ Para o [Antônio] Gomide, R$ 2 milhões”, afirmou o denunciador em vídeo (assista supra ).
O PT informou que não vai comentar as declarações do denunciador.
Gomide informou que o numerário da empresa foi hipócrita à direção vernáculo do partido, que por sua vez repassou aos estados e também que não foram apresentadas provas de seu envolvimento com o pagamento de propina.
Leia a íntegra da nota de Antônio Gomide

Por ocasião das informações veiculadas por um executivo do Conjunto JBS envolvido em ações ilícitas, venho declarar que:
Informo que quem recebeu as doações de empresas foi a Direção Pátrio que as repassou aos Estados, e também o diretório estadual foi gerente de pelos repasses aos candidatos em Goiás.

A doação feita pelo diretório vernáculo teve a destinação à campanha de todos e cada um dos candidatos: regente, senador, senadora e também pequeno número de membros do congresso dos deputados federais e também estaduais para produção de rádio e também tevê e também material diagrama.
É patranha que nossa campanha ao Governo de Goiás de 2014 tenha recebido nenhum gênero de medida ilícito ou de origem desconhecida procedente do conjunto JBS ou de nenhum gênero de outro concessor ilícito como foi atribuído em sua delação de modo irrefletido ;
É caluniosa a citação do meu nome sem nenhum gênero de lastro de verdade ou sem pelo menos a apresentação de quaisquer provas, sejam por documentos, áudios ou vídeos que comprovem o contraditório sugerido.
Informo ainda que as doações da campanha de 2014 que foram feitas pelo PT vernáculo foram direito registradas em nossa Prestação de Contas registrada no TSE;
Informo que nosso delegados de campanha não possui ou teve nenhum gênero de prosápia sobre a prestação de contas ou mesmo as captações feitas pelo PT vernáculo, principal dador de nossa campanha;
Informo que, por ser pataratice o que este afirma, iremos interpelá-lo judicialmente por ter fato uma irrefletido citação de meu nome a termo de se livrar dos crimes que cometeu.
Reiteramos nosso compromisso com a verdade e também com a transparência, como temos nos pautado em nossa vida e também atuação política.
Delações

Jornal \”O Mundo \” informou que as conversas para a delação dos irmãos donos da JBS, Joesley e também Wesley Batista, começaram para fins de março. Os depoimentos foram coletados do início de juventude até a primeira semana de maio.
As delações já foram homologadas por Fachin, o que dá validade jurídica ao combinação e também aquiesce novas investigações fundamentado nos relatos.
Além de documentos, há gravações e também vídeos feitos pelos delatores e também também pela Milícia Federalista no caso.

Conforme reportagem, os donos da JBS disseram na delação que gravaram o presidente Michel Temer dando aval para adquirir o silêncio do presidente do congresso dos deputados cassado e também ex- -presidente da Câmara dos Membros do congresso dos deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em seguida este ter sido recluso na Operação Lava Jato.
Em nota, nesta quarta, a Secretaria de Informação Social da Presidência informou que Temer \” nunca solicitou pagamentos para conseguir o silêncio do ex- – presidente do congresso dos deputados Eduardo Cunha. Não participou nem autorizou nenhum gênero de movimento com objetivo de evitar delação ou cooperação com a Justiça pelo ex- -parlamentar\”.
Nesta quinta, o próprio presidente fez um pronunciamento no Palácio do Planalto quando informou não ter envolvimento com os fatos narrados pelo denunciante e também não renunciará à Presidência da República.
Em função do que disseram os delatores, Fachin autorizou a exórdio de questionário para analisar o presidente.

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