Municipalização da polícia

Quem vive no Brasil, sabe que algo precisa ser feito em relação a segurança pública, pois, a criminalidade nunca esteve tão alta, os órgãos de segurança em dificuldades, a taxa de resoluções de crime é baixa, enfim, uma série de fatores que não contribuem para uma sociedade melhor. Seria a municipalização da polícia uma solução?

Por isso, está em discussão no Senado Federal, a PEC 33/2014, a qual, vai atribuir ao município também a responsabilidade pela Segurança Pública. Hoje a responsabilidade constitucional é dos estados, isso é, vai municipalizar a segurança pública.

Essa medida tem efeitos positivos e negativos e esse texto vai trazer as opiniões de especialistas sobre esse assunto.

Municipalização da polícia

Municipalização da polícia, pontos positivos e negativos

Município deve participar da segurança pública

Para o membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Guaracy Mingardi, a municipalização da segurança realmente põe a responsabilidade em quem conhece verdadeiramente os problemas locais. “São os municípios que conhecem seus problemas”, analisou. Para Guaracy, a medida vai ser benéfica para melhorar a segurança pública no pais.

Não vai ser benéfico para a segurança publica

Uma opinião oposta tem o coordenador do Centro de Estudos da Violência da UFPR, Pedro Bodê. Ele acredita que a municipalização pode reforçar problemas já existentes no sistema de segurança pública. “Será outra polícia de ciclo incompleto, ou seja, para Pedro, a guarda municipal será uma nova polícia que concorrerá para todas essas atribuições e não trará benefícios para a segurança pública.

De onde vai vir o dinheiro

O prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT), ressaltou que é preciso saber de onde virá o dinheiro para essa municipalização da segurança pública.

“Cada vez mais o município tem de cuidar da educação, saúde, da segurança. De onde que sai o recurso? ”, questionou o prefeito.

“O custo médio de um guarda é R$ 4 mil por mês. Hoje são 1,5 mil em Curitiba. Se tivesse de contratar mais mil, por mês, seria mais R$ 4 milhões, R$ 50 milhões por ano. Quem pagará isso? ”, indagou.

Esses são alguns pontos a serem debatidos sobre a PEC 33/2014, que em teoria é boa e necessária, para poder-se dar uma nova dinâmica a segurança pública, porém, é imprescindível saber de onde virá a verba para arcar com essa nova divisão policial.

Quem vive no Brasil, sabe que algo precisa ser feito em relação a segurança pública no pais, pois, a criminalidade nunca esteve tão alta, a segurança inexiste, a taxa de resoluções de crime é baixa, enfim, uma série de fatores que não contribuem para uma sociedade melhor.

Por isso, está em discussão no Senado Federal, a PEC 33/2014, a qual, vai atribuir ao município também a responsabilidade pela Segurança Pública. Hoje a responsabilidade constitucional é dos estados, isso é, vai municipalizar a segurança pública.

Essa medida tem efeitos positivos e negativos e esse texto vai trazer as opiniões de especialistas sobre esse assunto.

Município deve participar da segurança pública

Para o membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Guaracy Mingardi, a municipalização da segurança realmente põe a responsabilidade em quem conhece verdadeiramente os problemas locais. “São os municípios que conhecem seus problemas”, analisou. Para Guaracy, a medida vai ser benéfica para melhorar a segurança pública no pais.

Não vai ser benéfico para a segurança publica

Uma opinião oposta tem o coordenador do Centro de Estudos da Violência da UFPR, Pedro Bodê. Ele acredita que a municipalização pode reforçar problemas já existentes no sistema de segurança pública. “Será outra polícia de ciclo incompleto, ou seja, para Pedro, a guarda municipal será uma nova polícia que concorrerá para todas essas atribuições e não trará benefícios para a segurança pública.

De onde vai vir o dinheiro

O prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT), ressaltou que é preciso saber de onde virá o dinheiro para essa municipalização da segurança pública.

“Cada vez mais o município tem de cuidar da educação, saúde, da segurança. De onde que sai o recurso? ”, questionou o prefeito.

“O custo médio de um guarda é R$ 4 mil por mês. Hoje são 1,5 mil em Curitiba. Se tivesse de contratar mais mil, por mês, seria mais R$ 4 milhões, R$ 50 milhões por ano. Quem pagará isso? ”, indagou.

Esses são alguns pontos a serem debatidos sobre a PEC 33/2014, que em teoria é boa e necessária, para poder-se dar uma nova dinâmica a segurança pública, porém, é imprescindível saber de onde virá a verba para arcar com essa nova divisão policial.

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