Trio é preso suspeito de explodir bancos a mando de presidiário em Goiás

Trio é preso suspeito de explodir bancos a mando de presidiário em Goiás

Vídeo encontrado no celular de um deles mostra quando testam explosivo na casa em que moravam em Goianira; veja.

Vídeo mostra grupo testar explosivo no fundo de casa em Goianira

Vídeo mostra grupo testar explosivo no fundo de casa em Goianira

Três homens foram presos na segunda-feira (8) suspeitos de explodir caixas eletrônicos de duas agências em Goianira, na Localidade Metropolitana de Goiânia. Um vídeo encontrado no celular de um deles mostra enquanto testam um carga em uma depósito no profundeza da lar no qual moravam . Segundo a Milícia Social, eles eram comandados por um varão que já estava recluso.
” A quadrilha era chefiada por um detento que responde por roubo a banco. Este, também, escolhia os dias nos quais aconteceriam as explosões e também ensinava os comparsas a fabricar os explosivos”, diz nesta terça-feira (9) o procurador Alex Vasconcelos, titular do grupo Antirroubo a Bancos (GAB) da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic).

A polícia  investigava a quadrilha há mais ou menos 40 dias, a partir de a primeira explosão, no dia 1º de mocidade, ataque a uma filial do Banco do Brasil. Uma semana depois o alvo foi uma unidade da Caixa Econômica Federal. Conforme o mandatário, eles pegaram numerário exclusivamente na segunda ocasião, porém a quantia não foi revelada.
Segundo com a corporação, o trio foi recluso horas anterior do terceiro ataque. “Eles já estavam sendo monitorados e também se preparavam para uma novidade explosão antigamente à noite”, revelou Vasconcelos.
Paulo Henrique Trajano, de 25 anos, Luciano Rios de Oliveira, 23, e também Leonardo Antônio Teles Andrade (31) estão detidos na carceragem da Deic. Na mansão deles, os policiais apreenderam um artefato de carga artesanal,  dinheiro, máscaras e também material para a confecção de outros 2 explosivos.

Conforme Vaconcelos, o líder da quadrilha, identificado como Edvan Esteves, está recluso desde dezembro de 2016, no sisterma Prisional de Aparecida de Goiânia (CPP), na Área Metropolitana da capital.
Os integrantes do conjunto serão indiciados pelos crimes de pilhagem qualificado, associação criminosa, explosão e também posse ilícito de artefato carga. Se condenados, as penas, somadas, podem chegar a 23 anos de prisão. A corporação também apura se eles cometeram outras explotes anteriormente.

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